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A margem de revender uma ferramenta não vem de achar o dev mais barato. Vem de uma entrega previsível que não volta com bug na frente do seu cliente.
ler →Recebeu um MVP vibe-coded travado pra escalar? Reescrever do zero é o erro mais caro. O diagnóstico honesto: o que salvar, o que reescrever, como estabilizar.
ler →A demanda chegou, é dinheiro novo, e seu time travou. Por que software house sai caro, time interno sai mais caro ainda, e qual é a terceira saída.
ler →O MVP que vira lixo não foi feito rápido demais. Juntou tudo pra ganhar tempo e manteve a feature que ninguém usa. O que cortar e o que manter.
ler →Num MVP feito com IA, o que decide se ele escala ou vira lixo não é a stack. É se o coding agent ainda navega seu repositório seis meses depois.
ler →Por que o vibe coding empaca na hora de escalar, e como o spec-driven development entrega uma ordem de grandeza menos retrabalho com agentes de IA.
ler →Spec-Driven Development externaliza a intenção em markdown, mas empurra a dor pra execução. Por que orquestrar com o estado fora da janela do modelo é a saída.
ler →Dá pra fazer o Claude navegar e testar seu app no simulador como o Playwright faz na web. Com Maestro: um YAML, iOS e Android, zero instrumentação.
ler →Time saiu de 2 semanas de backlog de PR pra zero review humano em staging. Como o CodeRabbit funciona, onde quebra, e por que CLAUDE.md é a fonte única.
ler →Antes de pedir review humano, o Claude com MCP Playwright já navegou seu app, tirou screenshot e flagou regressão. Local, no seu dev, em segundos.
ler →Superpowers do Claude Code não é mais um plugin de IA. É a forma de codificar conhecimento de time num lugar que a máquina lê e executa.
ler →ADR não é cerimônia corporativa. É a forma mais barata de não repetir burrice, e de fazer Claude Code consultar suas decisões antes de codar.
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